Toca Fitas!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Do Começo Ao Fim

Pois é gente. Se o assunto é chocar o publico, e ser polêmico, o cinema brasileiro sempre conseguiu!
Se antigamente o que movia o cinema nacional era a pornochanchada, com aqueles atores globais que faziam toda aquela putaria, hoje o lance é atingir publicos mais diversos, mas sem deixar de ser polemico!

Um amigo meu me mostrou esse trailer, e eu confesso que, mesmo com a relação incestuosa entre os irmãos, fiquei bem interessado em assistir. Também pudera, filmes com tematica gay são tão dificeis de serem produzidos, e achar um com qualidade também é dose! Não que os filmes nacionais sejam um exemplo de otimos filmes, mas tomara que esse supere as espectativas, pois pelo menos chocante ele é!


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Escolas ainda não sabem lidar com os alunos gays

No começo do ano, Daniel foi recusado em sete escolas particulares de São Paulo. Ele é transexual, um menino que se sente e age como uma menina. Só conseguiu vaga em uma escola especial, para alunos com alguma deficiência.

Quando era aluno de colégio federal do Rio de Janeiro, Pedro Gabriel Gama fez um protesto na escola contra a falta de água. No dia seguinte, ouviu do diretor: “Isso é coisa de veado!”.

Em uma escola particular de Araguaína, Tocantins, Lídia Vieira Barros brigou com uma aluna que a chamava de “sapatão”. No dia seguinte, Lídia foi mandada à orientação psicológica. A outra, não.

Em Piracicaba, interior de São Paulo, um aluno move ação contra a Secretaria de Educação. No meio de uma aula sobre fotossíntese, no ano passado, o professor se recusou a lhe entregar uma apostila. “As bichinhas não precisam desse material”, disse.

Os quatro episódios narrados acima ilustram um grande problema da rede educacional brasileira: a falta de preparo da escola para lidar com a homossexualidade e os preconceitos que ela provoca. Entrevistas feitas por ativistas gays em seis capitais mostram que a escola é o primeiro ou o segundo lugar no qual homossexuais e transexuais mais sofrem preconceito. E não é só. Duas pesquisas feitas pela Unesco em 2004 ilustram a gravidade do preconceito nas escolas: uma delas, entre os alunos, descobriu que 40% dos meninos brasileiros não querem um colega homossexual sentado na carteira ao lado; outra, com professores, mostrou que 60% deles consideram “inadmissível” que uma pessoa mantenha relações com gente do mesmo sexo. “Há um muro de preconceitos que impede as pessoas de aceitar os homossexuais: eles são promíscuos, não têm família, morrem de aids. Quando se veem diante de um aluno gay, os professores e diretores simplesmente não sabem como agir”, diz o educador Beto de Jesus, da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

Beto de Jesus é um dos coordenadores de um projeto financiado pelo Ministério da Educação para formar professores e ajudar as escolas a lidar com a diversidade sexual de seus alunos. O grupo vai produzir um kit didático para 6 mil escolas. Nele, haverá orientação para diretores e professores e material para os alunos. Como parte do mesmo projeto, estão sendo realizados encontros regionais com secretarias da Educação, ONGs e universidades. A ideia é coletar experiências de sucesso para ajudar a formular uma política nacional para o problema. O grupo também realiza, neste momento, a maior pesquisa qualitativa sobre homofobia nas escolas de dez capitais brasileiras, com a intenção de mapear os principais conflitos e soluções. “As escolas não estão preparadas nem para identificar esse preconceito. Enquanto os professores não podem aceitar que um aluno chame o outro de ‘negrinho’, ‘veadinho’ ainda é considerado brincadeira”, diz Carlos Laudari, diretor da Pathfinder Brasil e um dos coordenadores do projeto junto com Beto.


O Daniel ou a Dani?

Aos 8 anos, Daniel (o nome foi trocado) espalhava para os amiguinhos do colégio que era obrigado a ir disfarçado para a escola. “Meu pai quer um filho homem e me faz usar essas roupas e esse nome. Mas eu sou menina.” Aos 13, começou a passar base, usar brinco e fazer as unhas. Daniel é transexual, pessoa que nasce com um sexo, mas se sente e age como o sexo oposto. Na escola, pediu a professores que o chamassem de Dani, com pronome feminino. Queria ser “a” Dani. Mas só duas professoras concordaram. Uma semana depois que colocou mega-hair (aplicação de mechas no cabelo), sua mãe foi chamada à escola. Os pais de uma colega de classe ligaram indignados: “Não queremos nossa filha perto dessa aberração”. A solução encontrada pela diretora foi proibir a produção: o cabelo deveria estar preso e nada de maquiagem, brinco ou esmalte. Dani continuou a usar esmalte branco e brincos pequenos, mas tinha de tirar tudo quando cruzava com a diretora. No dia em que foi pego usando o banheiro feminino, levou uma bronca tão grande que nunca mais fez xixi na escola. Segurava até a hora de chegar em casa.

No ano em que saiu do armário, Dani repetiu pela primeira vez. Começou a faltar às aulas semanas seguidas e tirar nota vermelha em quase todas as matérias – menos nas duas em que as professoras concordaram em chamá- lo de Dani. A mãe se mudou para São Paulo, atrás de escolas que soubessem lidar com a diferença. Um mês depois da mudança, Dani havia sido recusado por sete colégios. Só foi aceito em uma escola especial, dirigida a alunos com dificuldade de aprendizagem e deficiência física ou mental.

É muito comum alunos transexuais abandonarem os estudos. Eles se sentem rejeitados por professores que se recusam a chamá-los pelo nome do sexo oposto e pelas restrições a seu modo de vestir. Para evitar que parem de estudar, algumas secretarias de Educação estão criando uma portaria para orientar as escolas. A primeira delas foi aprovada no Pará, no ano passado. Desde janeiro, alunos transexuais podem escolher o nome e o sexo, que fica registrado em sua matrícula. Assim, professores, diretores e funcionários têm de chamá-los e tratá-los pelo sexo de sua escolha. Em um mês, a secretaria contou 111 transexuais e travestis matriculados. “São jovens de 19 a 29 anos que tinham abandonado a escola e agora estão voltando”, diz a psicóloga Cléo Ferreira, uma das coordenadoras das mudanças na secretaria.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Jello Shots

Alguem se habilita a comer gelatininhas dessas??
Nunca ouviu falar?
Ao pé da letra, Jello Shots quer dizer Doses de Gelatina. Dá pra imaginar o que vem por aí não dá?
Bom, aki vai uma receitinha pra vocês!!!
2 pacotinhos de gelatina (qualquer sabor)
500 ml de água fervente
200 ml de água gelada
300 ml de vodka
Prepare como se preparasse uma gelatina normal. Coloque primeiro a água fervente no pó, dissolva e junte as partes frias!
Ai é só colocar em copinhos, deixar esfriar e ver seus amigos bêbados!!!!

Amy Winehouse

Bom pessoas. Eu nunca me liguei muito na Amy Winehouse, mas ultimamente tenho aberto mais os meus ouvidos pras musicas dela (Nathália tem o dedo nisso). E sabe que eu tenho me apaixonado por ela! Ela tem uma voz indescritivel e um estilo todo original de cantar!

ENJOY AMY!!!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Nostalgia!




AAAhhhh os discos de Vinil. Nada se compara ao som deles não é mesmo!
É por isso que eu decidi comprar um toca-discos. Mas enquanto eu não o compro, vou começando e aumentando a minha coleção de vinis.
Essa semana eu comprei três!!!

Madonna - Like a Virgin
Flashdance - Soundtrack
Amy Grant - Straight Ahead

E bora aumentar a coleção!!!!

Turma da Monica Jovem tá dando o que falar!


Babado forte, bofe escândalo, pão com ovo e a louca. Algumas das tradicionais gírias gays saíram do gueto e foram parar nas páginas de histórias em quadrinhos. Na edição número cinco do gibi Turma da Mônica Jovem - que apresenta os conhecidos protagonistas da Turma da Mônica em versão crescida e em formato mangá -, a personagem Denise tem um vocabulário repleto de referências do mundo homossexual.Denise é uma personagem secundária da turma da Mônica. Nas histórias tradicionais da "turminha" - quando eles são crianças - a garota é sempre citada como uma amiguinha um tanto quanto fofoqueira. Em 2007, a festa de aniversário da personagem inspirou histórias nos gibis da Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão. Cada um deles passava por uma situação que tinha como pano de fundo sua ida até a casa da garota.Como não era uma personagem clássica, em algumas de suas participações nos gibis antigos a cor de seu cabelo mudava entre louro, moreno e ruivo. Na edição jovem da Turma da Mônica, Denise aparece ruiva e com personalidade forte, embora tenha comportamento mimado e estabanado em algumas cenas. A personagem aparece na capa do quinto número da coleção ao lado de Magali e Mônica, vestindo uma blusa roxa, saia rosa e meias listradas vermelha e amarela.Gírias do mundo gay não é uma grande novidade nos quadrinhos da Turma da Mônica Jovem. Desde o primeiro número, Magali soltava frases como "tô bege" ou "a louca".Até a quarta edição da fase adolescente da Turma, os heróis das tirinhas tinham que enfrentar uma lendária bruxa má japonesa que, liberada de sua prisão mágica pelo vilão "Capitão Feio", raptava pais e amigos dos jovens. A partir da quinta edição - que está nas bancas atualmente - os personagens passam a viver as aventuras do dia-a-dia, com os dilemas da adolescência.Em editoriais e informações divulgadas na imprensa, Mauricio de Sousa afirma que nestas novas aventuras os personagens vivenciarão temas propícios da idade, como namoros, violência, drogas e sexo. Virá por aí um amigo gay de Denise, que justificaria suas gírias?